segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
''Catigoria''
Um balanço da semana? Como tem gente interesseira nessa vida. Pessoas cegas que te sugam até a última gota, detalhe, só quando estão fudidas. Uma visão mais filosófica do assunto, falta imperativo categórico nas pessoas. Falta catigoria. E nem pra disfarçar, o lance é sugar. E quer saber, é esse o fruto desse mundo de concorrência desleal. De uma sociedade hipócrita, fútil e ignorante. Eu não me importo em ajudar os outros. Só não gosto de ser explorada. Eu me importo com honra. Honro meus amigos, e honro minha palavra. Por isso não se engane comigo, não sou só este anjo de mulher, eu tenho demônios a flor da pele, quando me tiram do sério. Sou uma caixa de surpresas. Não espere nada de mim.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Meu termômetro são os outros. É muito fácil me deixar feliz e me roubar um sorriso, assim como é igualmente easy me deixar revoltada, irritada e levemente abalada. Sintonia é saber se encaixar com o momento de cada um. Esquecer um pouco seus problemas e ficar feliz pela vitória do outro, ou simplesmente sensibilizar-se com assuntos alheios. Isso é ser humano!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Primeiras borboletas... A gente nunca esquece!
Hoje encontrei uma caixa antiga, quando abri encontrei outra caixa, na qual me remeteu algumas doces lembranças da minha infância. Dentro dela haviam fotos minhas com outras crianças. Comecei a vê-las por curiosidade, até me deparar com o Guilherme. Loirinho, olho claro, pequeninho, fofinho. Foi ele quem me despertou a primeira sensação de amor surreal. Eu devia ter uns 5, 6 anos. Ele era todo querido comigo, e com as outras meninas (por isso acho que ele não foi só o meu amorzinho). Enquanto todos os outros queriam jogar bola, ele brincava de casinha. Eu lembro que adorava observar ele. Podia ficar o vendo brincar por um bom tempo, apenas para tentar assimilar o que eu estava sentindo. Eram as primeiras borboletinhas que surgiam no meu estômago.
Tempo depois, já no pré, pude compreender o que era isso. O menino do doce sorriso que brincava comigo, já não me interessava mais. O amor virou amizade. O que eu vislumbrava nesse momento era o protótipo de macho alfa. E o que melhor representava isso, era o menino mais improvável da sala. Que jogava bola, e não ligava para garotas e que provavelmente não daria a mínima para isso.
Comportamento Feminino
Quando querem alguém, fazem de tudo. Algumas chegam a se humilhar. Tudo para ter o amor do carinha em questão, mas o fato é que quando conseguem esse amor, caem fora. Tudo bem que é bem improvável, afinal, estou falando de canalhas. E é justamente por esse amor ser impossivelmente impalpável que as deixa tão loucas atrás deles.
Confesso que tenho fascínio pelo improvável. Porque ele se torna um jogo, onde você deseja alcançar seu maior objetivo, conquistar o bofe. As mulheres têm certa falta de critério. Podem amar um vagabundo a vida toda, e instantaneamente deixar de amar um homem que fez de tudo, ao ponto de se humilhar por elas (esse foi o erro, só pra constar*).
Quando elas decidem findar esse amor, é terrível. Toda sua doçura vira uma frieza insuportável. Você se torna um objeto qualquer, velho e abandonado. E acredite, quando decididas, é muito (MUITO) difícil voltarem atrás, por isso chega de rasgar seda pra ela, se for o seu caso.
*Assim como quando uma mulher se humilha e faz tudo por um homem, ela é rejeitada, homens lagartos, que não percebem a hora de parar de rastejar, tornam-se chatos, melosos, e automaticamente são descartados. Pode parecer que não, mas uma mulher de verdade gosta de pegada forte, puxam no cabelo e um toque de brutalidade.
Os homens pensam que depois de conquistar uma mulher, não precisam mais se esforçar, mas aí já era. Mulher se cansa, da mesma forma que se encanta, por outro.





